MasterCrete

MasterCrete 5300

Argamassa de reparação estrutural do betão, leve, de módulo de elasticidade médio, sulforresistente, modificada com polímeros e reforçada com fibras

Descrição

MasterCrete 5300 é uma argamassa monocomponente leve, de elevada resistência mecânica e módulo de elasticidade médio, com retração compensada, para reparação estrutural, que cumpre os requisitos da norma europeia EN 1504 parte 3, classe R3.

Campo de aplicação

MasterCrete 5300 utiliza-se em reparações estruturais de elementos de betão como:

  • Reparações em ambientes marinhos ou de certa agressividade (secos ou húmidos): interiores, exteriores, na vertical, na horizontal e em tetos.

  • Edificação: varandas, ferro forjado, vigas, pilares, vigotas, fachadas, parkings, etc.

  • Obras civis: pilhas, pilares, painéis, canais, depósitos, reservatórios, chaminés, muros, etc.

  • Painéis pré-fabricados ou qualquer estrutura de betão que deva ser novamente perfilada manualmente.

  • Alta compatibilidade com betões estruturais de até aprox. 40 MPa.

Consultar o Departamento Técnico acerca de qualquer aplicação não prevista nesta relação.

Propriedades
  • Formulada com nanotecnologia, sistemas de compensação de retração e fibras para minimizar a retração e o risco de fissuração.

  • Módulo elástico de 15,1 GPa e resistências à compressão de aprox. 39 MPa, que asseguram a máxima compatibilidade com a maioria dos betões a reparar.

  • Formulada com cimento SR e sem cloretos.

  • Elevada aderência ao betão.

  • Baixo consumo: leve, consome cerca de 20% menos do que a maioria das argamassas do mercado.

  • Vasta gama de espessuras: pode aplicar-se em espessuras até 75 mm na vertical e até 50 mm em tetos numa só camada.

  • Fácil de perfilar sem necessidade de cofragens.

  • Pronta para utilização. Apenas necessita de ser misturada com água.

  • Retração reduzida. Elevada resistência à fissuração.

  • Resistente a intempéries.

  • Reduzida absorção de água por capilaridade.

  • Permeabilidade elevada à água e aos cloretos.

  • Baixo teor de cromatos (Cr(VI) <2 ppm).

Base do material

Cimento portland, agregados de granulometria selecionados, polímeros e fibras sintéticas de poliacrilonitrilo.

Modo de utilização

(a) Preparação da superfície de betão: deverá ser firme (resistência à tração mínima de 1 Mpa), limpo, sem calda de cimento, óleos, gorduras, pós, restos de descofrantes, material de secagem, tintas antigas, etc.

Remove-se o betão deteriorado ou a calda utilizando métodos mecânicos que não emitam vibração nem causem impacto no suporte. Recomenda-se a utilização de jato de areia ou de pressão de água.

Deve deixar-se o agregado à vista após a preparação. Cortar as extremidades da reparação para assegurar uma espessura de aplicação mínima de 5 mm.

(b) Preparação da superfície das armaduras: caso existam armaduras à vista, devem desoxidar-se com jato de areia, até ao grau SA 2 de acordo com as normas ISO 8501-1/ISO 12944-4. Eliminar o betão da parte traseira das armaduras.

Para uma proteção adicional das armaduras, se existir contaminação com cloretos, se a armadura ficar exposta e sem ser coberta imediatamente ou se a cobertura for inferior a 10 mm, aplicar MasterCrete PRI 5000.

(c) Ponte de união: a utilização de ponte de união tipo MasterCrete PRI 5000 é opcional e pode melhorar a aderência da argamassa em aplicações manuais.

Geralmente, não se utilizará ponte de união sobre betão caso seja aplicada argamassa por projeção.

(d) Mistura: adicionar pouco a pouco o conteúdo total do saco de MasterCrete 5300 sobre a água do amassado previamente colocada num recipiente limpo.

Misturar com um berbequim com agitador de disco duplo tipo M34 a baixas rotações (400 r.p.m.) ou misturadora mecânica durante, no mínimo, 3 minutos, até obter uma massa homogénea e sem grumos.

A água do amassado é de 4,4 a 4,8 litros por saco de 20 kg, consoante a consistência desejada.

Aguardar um tempo de maturação de 2 a 3 minutos após o qual deve remisturar brevemente.

(e) Aplicação: a temperatura do suporte deve ser, no mínimo, de +5 °C e, no máximo, de +30 °C e deve tentar-se que as temperaturas sejam uniformes durante a aplicação e, pelo menos, nas 24 horas seguintes para uma ótima secagem do produto.

Uma vez amassada a MasterCrete 5300, aplicar com talocha ou outro acessório. Aplicar diretamente sobre o suporte húmido ou sobre a ponte de união fresca.

Caso não se utilize ponte de união, a superfície preparada deve humedecer-se à saturação, preferencialmente 24 horas antes e, pelo menos, 2 horas antes da aplicação de MasterCrete 5300. A superfície deve estar escurecida, mas isenta de acumulações de água.

Caso se aplique sobre o suporte humedecido, a aplicação de uma primeira camada de contacto ou calda (argamassa com aproximadamente 5% de água) antes da aplicação da camada requerida aumentará a aderência e a coesão da argamassa.

Aplicar respeitando a espessura necessária de 5 mm e até um máximo de 75 mm utilizando uma talocha ou colher de pedreiro. Pode utilizar-se em espessuras superiores em zonas de pequena superfície ou onde exista uma armadura adicional.

O acabamento pode ser dado com a talocha ou alisando com a mesma, uma esponja ou outros acessórios.

Nunca adicionar água à argamassa que tenha perdido a trabalhabilidade, pois perderá as suas propriedades.

(f) Secagem: a secagem da MasterCrete 5300 é imprescindível durante pelo menos as 24 horas seguintes à aplicação, para evitar a evaporação da água de hidratação e assegurar que o produto alcança as propriedades previstas.

Para tal, o melhor é pulverizar com água e tapar a superfície com plásticos. Também pode utilizar-se um sistema de irrigação automático ou, em caso de superfícies que não sejam pintadas posteriormente, pode utilizar-se um líquido de secagem da gama Master Builders Solutions España, S.L.U., tendo atenção para cobrir por completo a superfície.

Consumo

O consumo aproximado é de 1,8 kg de argamassa amassada por m2 e mm de espessura aplicada (aprox. 1,5 kg de argamassa seca por m2 e mm de espessura).

Com 20 kg de material preparam-se aproximadamente 11 litros de argamassa.

Estes consumos são teóricos, pelo que devem determinar-se para cada obra em particular através de ensaios representativos in situ.

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